TRAVESSÃO

Explicação: travessão é um traço maior que o hífen [ ­­­­­­­­­— ], e é utilizado:

1. Para enfatizar (distinguir) o início de diálogos entre interlocutores.

Exemplos: Podemos ir aí hoje? perguntou Rafael à sua mãe.

Podem vir, sim. Será uma grande satisfação! sua mãe respondeu-lhe.

Nota: as palavras que vêm após o segundo traço do diálogo: “perguntou” e “sua” devem ser grafadas com as iniciais minúsculas, quando não são substantivos próprios.

2. O travessão é utilizado, também, para destacar ou realçar palavras ou expressões explicativas, isolando-as; isto é, abrindo-as e fechando-as do contexto principal.

Exemplos: a) Os brasileiros ansiosos por uma melhora de vida são favoráveis a uma reestruturação dos gestores dos serviços públicos.

b) Da janela, avistava a Lua que linda como sempre parecia fixada no espaço sideral, à espera de alguém que a fosse descolar.

c) “E logo me apresentou à mulher uma estimável senhora e à filha” (Machado de Assis).

Nota: Nestes três exemplos acima, com orações intercaladas e isoladas pelos   travessões, podem-se, também, substituir os traços por vírgulas.

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3. Enfim, o travessão é usado, também, para ligar palavras que indicam início e fim de percursos.

Exemplos: a) Para chegar a São José dos Campos (Via Dutra), sentido São Paulo Rio de Janeiro, percorrem-se 88,9 km.

b) A via férrea Rio Petrópolis, inaugurada em 1854, foi a primeira ferrovia brasileira, construída por Irineu Evangelista de Sousa, o Barão de Mauá.

c) A linha aérea Qatar Airways, via Doha São Paulo e São Paulo Buenos Aires, dispõe, por ora, de uma aeronave Triple Seven (777), pousando, diariamente em GRU, às 17 horas.

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Assista, no youtube, à palestra “Divaldo Franco e os Milagres”. Divaldo relata-nos, em 9:52min, um fenômeno mediúnico muito interessante que ele considera um milagre. Vale-nos uma reflexão. Esse grande médium, líder e filantropo, com 92 anos, já proferiu 15 mil palestras no Brasil e exterior (e ainda continua), psicografou mais de 250 livros, com 10 milhões de exemplares vendidos, cuja renda sempre foi doada – e atestada em cartório – a obras assistenciais, inclusive à “Mansão do Caminho” (uma cidade), que ele fundou na Bahia, e que dá emprego, formação e todo tipo de assistência a milhares e milhares de pessoas em extrema carência. Seja curioso/a: assista-a. Aprenderá muito.

 

Antonio Nazareno Favarin Antonio Nazareno Favarin
Professor de Português, Revisor de livros de São José dos Campos-SP.
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