Sem clima de nostalgia,
Sem clima de melancolia
Eu começo a poesia,
Com inspiração e alegria!

E se brincar eu vou
Posso ir até o raiar do dia,
Em sua companhia.

Não tem importância se ainda sou
Um ser que arrelia,
Com alguma energia!

Aos poucos vou aprendendo,
A gente segue o curso da vida
E vai amadurecendo.

E se contigo aprendo,
Mesmo sendo espírito suicida,
Eu apenas lamento a sua ferida e compreendo.

Mas sem perder a graça,
Pois cessa de pirraça;
Devemos olhar pra frente!

Servo de MariaEm cima de um monte
Vejo um belo horizonte
Onde não há mais trapaça!

Esqueça o ato malsinado
E não chore mais.
Olvida o passado
Permeado por tantos “ais”.

Dê-me a mão
Sou um dos servos da Mãe Maria.
Meu nome é João
E trago comigo a sua alforria.

Thiago S. Baccelli

Servo de Maria

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