Você alguma vez já parou para pensar por que Deus concede a vida a um espírito sem pernas, sem braços, paralítico numa cama vivendo uma existência praticamente vegetativa? Podemos ainda encontrar em pleno século XXI muitos que julgam Deus como insensível, mas não podemos jogar a culpa dos nossos desatinos a um Deus que sempre nos oferece oportunidades de reaver e de consertar tantos descalabros. Não é mesmo?

Nessa semana, vamos comentar a visita feita por André Luiz e Calderaro a um jovem paralítico que não fala, não anda e nem mesmo senta, se encontrando preso ao leito tendo como companhia duas entidades de aspecto estranho que acompanhavam de perto a situação daquele infeliz acamado. Não é à toa que ele se encontra dessa forma. Não foi castigo de Deus, mas sim, castigo dele para com ele mesmo. Vejamos o que nos informa o Instrutor: “Há quase dois séculos decretou a morte de muitos compatriotas numa insurreição civil. Valeu-se da desordem para vingar-se de desafetos semeando ódio e ruinas”. Como podemos observar aqui, quem semeia espinhos não colherá flores, não é mesmo Leitor Amigo?

Esse adolescente com os seus oito anos de idade, assemelhava segundo a observação de André Luiz a um descendente dos macacos. Mas não regrediu esse coitado. Apenas se encontrava com o seu perispírito modificado pelo mal que tinha praticado.

Vejamos mais uma citação desse caso: “Os pensamentos de revolta e de vingança por aqueles que ofendeu, vergastaram-lhe o corpo perispiritual por mais de cem anos consecutivos como choques de desintegração da personalidade…”. Aqui o pensamento fala mais alto por onde, através dele, os seus inimigos do passado lhes ataca o corpo perispiritual refletindo automaticamente no corpo físico por ele usado na atual existência.

O tempo fica indiferente aos erros humanos. Passa célere não se importando com as consequências de espíritos invigilantes. A Justiça Divina, sim, é indefectível nesse sentido, pois se o homem venha a plantar o bem quanto o mal receberá luz ou sombra no caminho até que se pague o último ceitil.

O espírito tanto encarnado como fora da vestimenta de carne hoje, sabe muito bem, distinguir o certo do errado. Se procura o crime certamente não terá luz do raciocínio a lhe embrenhar as células nervosas do cérebro embora a sua consciência lhe fará de tudo para avisá-lo das sombras que irá atrair para si mesmo. E se não ouvi-la, a queda é esperada.

Muitos se encontram na Terra sentenciados à própria causa, ou seja, prisioneiros dos pensamentos em destrambelho que chega a um certo ponto, que quem lhe comanda a caixa cinzenta são espíritos especializados ao magnetismo e, assim, manuseados livremente. É… E imaginem o que não fazem esses sinistros espíritos quando a criatura não acredita na existência deles ou na sua própria… Tornam-se facilmente em mulas obedientes cavando assim sua própria sepultura e, consequentemente, tornando réu confesso das próprias atrocidades cometidas. A Lei Divina nunca falha ou erra de endereço. Comigo, Leitor Amigo?

Ari Rangel Aécio Emmanuel César
Médium de psicografia desde 1990, tarefeiro espírita na cidade de Sete Lagoas/MG.

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