“JOÃO DE DEUS” NÃO É ESPÍRITA!

“João de Deus” sempre foi enfático em dizer que não era espírita. E nisto ele era coerente. Sabia que o Espiritismo é uma Doutrina que foi estruturada por Allan Kardec, que também se utilizou da mediunidade de muitos médiuns apenas como uma ferramenta para que os espíritos desencarnados viessem nos demonstrar a realidade do intercâmbio entre as duas dimensões para trazer mensagens reveladoras de uma filosofia com amplitude científico religiosa, totalmente amparada no Evangelho de Jesus.
Espiritismo é corpo de Doutrina de vida que nos mostra de onde viemos, o que estamos fazendo aqui e para onde iremos.
Mediunidade é uma das ferramentas utilizadas pelo Espiritismo para que os desencarnados se expressem e enriqueçam cada vez mais nossos conhecimentos.
O exercício desta faculdade não somente é utilizada pelo Espiritismo, mas por muitas outras correntes de práticas de intercâmbio com o Além: Umbanda, Candomblé, etc.
O “Livro dos Médiuns”, de A.Kardec nos esclarece totalmente sobre os vários aspectos do que seja Mediunidade e seu exercício.
Portanto, devemos não confundir MEDIUNIDADE com ESPIRITISMO.

MEDIUNIDADE E SENSO MORAL

MEDIUNIDADE: “João de Deus”, é possuidor desta faculdade que milhares de pessoas ao redor do mundo também possuem.Dependendo da estrutura e combinações específicas da pré disposição física,psíquica espiritual de cada pessoa, ela pode se apresentar em uma ou mais de suas várias categorias: cura, materialização, psicografia, psicofonia, clarividência, etc. E em todas as suas manifestações, vamos encontrar a atuação de espíritos desencarnados nos mais variados níveis de evolução e das mais variadas formas.
É um fato natural, que existe desde que o mundo é mundo e está registrado em milhares de relatos na história de quase todos os povos. Por ignorância dos mecanismos da mediunidade e suas manifestações, até hoje ainda se credita ao sobrenatural o exercício de tal faculdade que é essencialmente natural.
A existência da faculdade mediúnica numa pessoa não tem nada a ver com o seu nível de senso moral. Esta faculdade pode e deve ser um instrumento de apoio à melhoria de seu senso moral, como pode também se tornar mais um fator de atraso à evolução do próprio médium caso seja negligenciada em seu grande potencial de alavancagem positiva.
SENSO MORAL: O exercício dos princípios morais como a honestidade, a bondade, o respeito, etc, determinam o nível de senso moral de cada pessoa. São valores universais que regem a conduta humana para que exista uma relação harmoniosa e saudável.
Evolução do senso moral é condição “sine qua non” para se alcançar a iluminação espiritual de qualquer ser humano.
A existência da faculdade mediúnica numa pessoa não tem nada a ver com o seu nível de senso moral. Esta faculdade pode e deve ser um instrumento de apoio à melhoria de seu senso moral, como poderá também se tornar mais um fator de atraso à evolução do próprio médium, caso o mesmo a negligencie em seu grande potencial de alavancagem positiva.

“JOÃO DE DEUS” E O SENSO MORAL

“João de Deus” quando no exercício real de sua mediunidade de cura, realizou de forma natural os benefícios comprovados por centenas de pessoas. Saibamos separar o exercício real de uma faculdade própria dele, (que beneficiou centenas de pessoas), da qualidade dos comportamentos emanados de suas imperfeições já trazidas em sua individualidade. E destas imperfeições, ao demonstrar uma carga de sensualidade desmedida, inoportuna, excessiva e descontrolada, rompeu o nível aceitável daqueles princípios que regem a conduta entre as pessoas, mesmo ele conseguindo manter seu nível de exercício da faculdade mediúnica, o qual aliás, em condições d e extremo abuso é susp enso pelas entidades espirituais superiores. Isto não sabemos em até que nível tenha acontecido ou que pudesse vir a acontecer com o médium.

“JOÃO DE DEUS” E APOIO ENERGÉTICO COLETIVO

A estrutura de apoio energético às práticas de curas exercidas pela mediunidade de “João de Deus”, até recentemente contava com a vibração energética simultânea de quase cem pessoas voluntárias que durante todo o período dos atendimentos feitos pelo médium permaneciam concentradas na sustentação de um ambiente propicio às intervenções energéticas que são feitas aos atendidos. Este potencial vibratório é algo extraordinário na dinâmica de um processo de intervenção de cura, sinergizando e potencializando grandemente o poder mediúnico, no caso específico, de “João de Deus&rd quo;. Esta é uma d as causas pelas quais a grande maioria dos que acorriam à “Casa Dom Inácio de Loyola”, sentiam e percebiam um ambiente “diferente” de muita energia de paz e recolhimento. O ambiente era de inegável elevação e transcendência. Nós próprios tivemos oportunidade de testemunhar tal condição. A este aspecto também devemos creditar grande parte dos benefícios alcançados pelas pessoas que acorriam àquela Casa.

“JOÃO DE DEUS”, AGORA E DEPOIS

No frigir dos ovos, temos no presente caso “João de Deus”, mais um grave drama existencial vindo à tona, de maneira pública, de um, de milhares de espíritos que deixam se vencer por suas fortes tendências no campo da sensualidade e que não sabem aproveitar os meios à sua disposição para minimizar estas tendências. A nós outros, também espíritos encarnados imperfeitos, que possamos vibrar e orar em benefício dele , e que o mesmo possa, no seu íntimo, a partir de agora, ter a humildade em primeiro lugar, de assumir tal condição como aprendizado e, em seguida, ter as forças necessárias para enfrentar os percalços de várias ordens , espirituais e materiais, qu e advirão no seu roteiro existencial futuro, nesta e talvez próximas reencarnações, como colheita do que plantou até agora.

Nelson Borges
Dirigente do programa diário
VISÃO ESPÍRITA TV

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3 Comentários

  • Perdão, mas, é difícil separar a mediunidade do Espiritismo, afinal, foi esta religião quem se colocou à frente na sua divulgação. João de Deus é espírita, sim! Ele cultua Joana D’Angelis, veste-se de branco como muitos espíritas, além disso, há preces como em qualquer centro espírita. Particularmente, NÃO acredito nas acusações contra ele, uma vez que, não há provas – há indícios e não devemos criticá-lo! Eu conheço espíritas que praticam as cirurgias espirituais na casa espírita, usam roupas brancas e se dizem kardecistas. São médiuns sérios, de alta confiabilidade!
    João de Deus merece e precisa ser ouvido. O que estão fazendo com ele é um linchamento moral, sem deixá-lo se defender! Por que as pessoa que o acusam, não o denunciaram antes à Polícia? Por que não filmaram, afinal, hoje em dia, qualquer pessoa tem um celular com esta possibilidade. O que vejo é muita maldade!
    Claro que precisa haver investigação,mas não podemos acusá-lo de nada. Ele não é réu!
    Alguma coisa está por trás disso tudo e a espiritualidade tem o dever de demonstrar ou desvendar o enigma. Se ele é o culpado, que pague! Agora, fica uma pergunta no ar que não quer calar e não podemos tangenciá-la: se tudo que foi dito contra ele é verdade, por que a alta espiritualidade não se afastou dele?????
    Alguém saberia me responder?????
    Grato!
    Gilberto Pinheiro

  • E daí que ele não é espírita? O problema de abusadores em todos os lugares, inclusive no espiritismo, continua…

  • Lamentável que pessoas sofrem por querer produzir bem e utilizam seus dons com dedicação e amor e venha a causar danos a outros por perder o seu controle quanto aos meios ministrado por usar seus falhas humanas interferir nelas .Mas que sejam grandes experiências e aprendizado todos Nós médium que senti deveres em praticar seus Dons dado por Deus

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