“FICOU CLARO” ou “FICOU CLARA”?

Explicação: para que um texto seja-nos compreensível, precisamos, sempre, ater-nos à clareza de linguagem.

Referindo-nos, no caso, à concordância nominal, vale lembrar este princípio: o adjetivo concorda sempre com o termo a que se refere.

Para ilustrar bem este assunto, usando o adjetivo “claro”, vejamos um caso típico de DISCORDÂNCIA nominal, e que deixa o texto totalmente obscuro:

– ficou “claro”, nos 103 blocos das Questões Gramaticais, apresentadas até então, e que estão inseridas no blog vivenciaespirita.com.br, a necessidade de estudarmos mais e mais o idioma português – nosso maior patrimônio cultural.

Agora, observe este mesmo texto, com a concordância correta do adjetivo com o  substantivo que o qualifica e que, no caso, é o adjetivo claro que sofreu a flexão de feminino singular para concordar com o substantivo necessidade:

– ficou clara, nos 103 blocos das Questões Gramaticais, apresentadas até então, e que estão inseridas no blog vivenciaespirita.com.br, a necessidade de estudarmos mais e mais o Idioma português – nosso maior patrimônio cultural.

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Então, pelo princípio básico de nosso idioma, todos os adjetivos que estão relacionados a um ou mais substantivos devem, com estes, concordar em gênero (masculino/feminino) e em número (singular/plural).

Sobre este assunto, ainda, e para dirimirmos equívocos – seriíssimos em todo tipo de expressão – basta-nos um pouco de discernimento lógico: devemos distinguir, na fala e na escrita, a que ou a quem determinada palavra se refere.

A análise assídua e cuidadosa de obras literárias, produzidas por bons autores, e editadas por grandes Editoras, também é outra solução; pois estas contêm, sempre, no quadro, eficientes equipes de revisores.

 

Filme de Divaldo Franco: começou, no dia 12/09, em todos os cinemas do Brasil, um filme sobre a vida  e obras de Divaldo Pereira Franco.

É baseado em fatos da vida desse grande médium, dedicado totalmente ao humanitarismo: proferiu 15 mil palestras no Brasil e exterior, psicografou mais de 250 livros, com 10 milhões de exemplares vendidos, cuja renda sempre foi doada – em cartório -, a obras assistenciais, inclusive à “Mansão do Caminho” (uma cidade), que fundou na Bahia, e que dá emprego, formação e assistência a milhares e milhares de pessoas em extrema carência.

Esse Mensageiro da Paz – “semeador de estrelas” -, hoje com 92 anos e, ainda, em pleno vigor psicofísico, continua proferindo palestras no Brasil e no exterior.

Além da cinebiografia desse “Paulo de Tarso brasileiro”, grande líder e filantropo, assista, no youtube, algumas de suas encantadoras e renovadoras palestras. É só clicar: palestras de Divaldo Pereira Franco.

Antonio Nazareno Favarin Antonio Nazareno Favarin
Professor de Português, Revisor de livros de São José dos Campos-SP.

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