Continuamos com o assunto da semana passada, sobre o tema “Famílias”, que está registrado no livro “No Mundo Maior” pelo espírito André Luiz através da mediunidade de Chico Xavier.

Você alguma vez já parou para pensar qual seria a família ideal em que uma sociedade poderia se espelhar como suporte para as gerações futuras? Talvez quem sabe, aquela em que se possa reunir em um lar um casal espiritualmente ligado ao Evangelho não se limitando ao gênero, mas que nele se caracterize nas bases de um amor transcendental?

Creio que muitos ainda não aceitam casais homo afetivos, não tão somente por que a religião que professa proíbe ou quem sabe uma sociedade bastante enfática na normalidade em que nela se vive apenas por aparências, como também, a certas famílias que acham vergonhoso ter um filho ou uma filha homossexuais, que para essa sociedade ortodoxa, é tudo de ruim.

Agora, vamos refletir: Seria correto aceitar como fatos corriqueiros – isso em muitos casais heterossexuais –, esses escândalos pavorosos que todos os dias regurgitam nos meios de comunicação?
De homens héteros matarem suas companheiras por ciúmes, por “direito” de posse, a se tornarem suas “mercadorias” para sempre, mesmo que separados?

Que sociedade é essa que não faz nada no sentido de valorizar mais os princípios familiares que hoje, por falta deles, estão desestruturando os mananciais de famílias probas de princípios religiosos?

Onde, hoje em dia, está a mãe e o pai que não conseguem administrar tempo necessário para conversar com os filhos em que, para esses, sua real família é uma televisão a cabo no quarto ou um smartfone de última geração como companhia diária?

Por que essa violência desordenada de pais matando filhos, de filhos matando pais, e, familiares sendo assassinados por outros da mesma consanguinidade sem nenhuma razão de ser?

Por que essa crescente horda de marginais que nada tem a perder a não ser sua dignidade, seu caráter, seu respeito, por lhes faltarem no lar, com pais heterossexuais – diga-se de passagem – o carinho, o aconchego, a reciprocidade de valores de homens de bem?

Por que a mulher quanto o homem hoje em dia se juntam como dois animais sob o mesmo teto sem uma estrutura familiar condigna de raças tidas como Homo sapiens? Sabedoria, aqui, em que sentido? Onde também o sentimento?

Por que se aceita casais que se juntam, sem nenhum preparo psicoemocional, na inversão de valores familiares onde primeiro vem filhos sem cultura, sem educação, sem alicerces, porque os pais heterossexuais não os tem e, quando crescem, muitos se tornam em homens sem nenhuma cultura ilibada, com graves rachaduras no contexto íntimo, com mesclas de normais, sendo na realidade psicopatas incontroláveis, usando várias máscaras da hipocrisia e de desequilibrados mentais?

Muitos casais acreditam que as escolas são responsáveis, além da instrução, de educar os filhos que se encontram poucas horas sob à sua chancela como também obrigam indiretamente avós a cuidarem de netos que não mais é de sua alçada. Ledo engano.

Por que é tão normal hoje em dia maridos e esposas se promiscuírem com relações extraconjugais?

Por qual motivo seria, menos grave, para uma sociedade ainda sem olhos de ver, ouvidos de ouvir e coração para sentir melhor sua espiritualidade, uma mulher colocar um filho na lata de lixo do que um casal homo afetivo adotar uma criança como filho do coração?

Como podemos ver existem mais perguntas do que respostas plausíveis que se calam por não haverem um direcionamento conjugal à altura do verdadeiro sentimento entre almas em litígio pelo mundo, esquecendo muitos que a casca de ovo muitas vezes se quebra ao menor aperto, não é mesmo Leitor Amigo?

Ari Rangel Aécio Emmanuel César
Médium de psicografia desde 1990, tarefeiro espírita na cidade de Sete Lagoas/MG.

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