Por qual motivo nem sempre praticamos as virtudes mantenedoras do “Amai-vos uns aos outros”, quando flexionamos, nosso verbo, regularmente, apenas para uma seleta platéia que nos ouve? E o exemplo a ser dado por aquele que fala na tribuna, seria essencial? Haveriam, nele, nuances mais sutis e comprometedoras quanto à sua vida social, religiosa e familiar? Com certeza elas existem.

Renúncia

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André Luiz nesse livro em estudos “Obreiros da Vida Eterna” psicografia do saudoso Chico Xavier, ouviria palavras relacionadas ao verbo pelo Instrutor Cornélio diretor da instituição espiritual “Santuário da Bênção” a qual visitava. Falava ele: “A conversação cria ambiente e coopera em definitivo para o êxito ou para a negação”. Devemos convir que a palavra em si, tem duas vertentes: aquela originada pela prudência, pela observação, pelo diálogo e pelo bom agir no sentido de levar consolo e esperança aos corações macerados de sofrimentos; e outra, a que em nada se absorve de bom, ou seja, de negativismo aos extremos.

Com a sua elucidação a respeito do verbo, o instrutor acima continuou: “… precisamos sanar os velhos desequilíbrios das intromissões verbais desnecessárias e, muitas vezes perturbadoras e dissolventes”. Como é importante as construções do pensamento, para que, dele, se possa advir apenas boas emanações. Ante a essa nova citação, devemos policiar melhor a respeito do que pensamos, embora que o verbo falado ou escrito tem a sua origem nos refolhos dos nossos sentimentos. Sem a trela da vigilância que nos poupará futuros constrangimentos é aconselhável o tino da razão bem antes de adotar a palavra como apaziguadora de manifestos contra a vigência de valores, aqueles mais nobres.

FacetasCom a experiência que lhe era particular, o instrutor Cornélio encerra seus ensinamentos dizendo a André Luiz: “Se estamos, portanto, verdadeiramente interessados na elevação, constitui-nos inalienável dever o conhecimento exato do valor ‘tempo’ (…) para que o verbo, potência divina, seja em nossas ações o colaborador do Pai”. Como podemos observar, além de nos senhorear na construção do verbo através do pensamento, mister se faça para todos nós aproveitar do fator tempo nas horas que nos cobram competência, destreza e sensibilidade.

Reconheçamos que para sintonizar com os planos mais superiores que o nosso, é indispensável a análise da nossa consciência. É importante a observância nos dias que correm como vão lá os nossos propósitos. O bem, na sua acepção mais simples, demanda suor e uma gama de pequenas ações enobrecedoras que garantirá, àqueles que usam do verbo enobrecedor, luz nos caminhos mais sombrios. Para a garantia de melhor entendimento, qual seria o pior, Leitor Amigo:

Ser sugestionado por pensamentos insalubres ou pela nossa palavra que aprisiona?

Daí, a urgência do Vigiai e Orai também nesses casos. Estamos de acordo? Cap.2-a

Aécio Emmanuel Cesar

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