O verbo trazido por Jesus à Terra sempre fora de consolação e renovação aos corações aflitos.

Os povos em multidão que o seguiam ansiavam, é verdade, por um rei que os libertassem do jugo escravizante. E ao depararem-se com o Messias, na figura sublime de um arcanjo encarnado, recebiam toda a luz norteadora; toda a chave para a libertação que esperavam, através das pregações esperançosas de um novo tempo que haveria de chegar.

E é em Jesus, o ungido por nosso Pai, que devemos espelhar o nosso modo de ser e, também, o nosso modo de falar…

Ora, a nós, igualmente, chegam corações torturados, de peito oprimido, resultado das lutas diárias que provam ou expiam o espírito humano. Buscam, esses nossos irmãos – como fazemos com outros irmãos nossos -, o aconselhamento fraterno, o entendimento mais lúcido, para que a caminhada se torne um tanto menos áspera.

E, no mais das vezes, esquecemo-nos de que a palavra que anseiam, isto é, o verbo, necessita levar refrigério, como o bálsamo que suaviza as feridas. Daí, por não nos atentarmos a essa condição medicamentosa, em vários momentos agravamos a jornada, já tão sofrida, dos que nos vêm ao encontro.

É por essa razão que destacamos, aqui, o exemplo dignificante e redentor de Jesus que se faz imprescindível para ser seguido.

Seja nos colóquios íntimos, na vida profissional, no debate ideológico, ou mesmo nas diversas situações do cotidiano, não devemos esquecer que o nosso falar será sempre o ressoar do nosso sentir. Por isso Ele, sábia e energicamente, nos advertiu: “…a boca fala do que está cheio o coração”. (Mateus 12:34)

Pensemos nisto e, elucidados em nossa consciência, façamos com que nossa palavra, tal como nova claridade, seja sempre a tocha que ilumina ao nosso redor.


Fonte: https://algomais.org/assim-falava-jesus/

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