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  • Ouvi atentamente o discurso do senhor Alberto Almeida sobre a legalização das armas e peço licença para breve comentário. Eu, particularmente, sou contrário a utilização de armas. Todavia, precisamos entender que o Brasil é um dos país mais violentos do mundo, cujos índices de criminalidade como feminicídio, agressão à idosos, invadindo lares que não estão acostumados com isso, virou rotina na terra incompreensivelmente considerada ” coração do mundo, pátria. Esse paradoxo criminalidade e paraíso fraternal, não permite que fiquemos à mercê do banditismo, que impera em nossa nação e que é de difícil solução. O discurso dele está mais próximo dois ideais de Shindri-la, distanciando-se da dura realidade.
    Se muitas mulheres que foram violentadas portassem legalmente uma arma, teriam insólita chance de defesa, essa é a verdade. Senhor Alberto eu e minha família passamos por uma tragédia dolorosa, quando perdemos um menino bom, educado, com apenas 12 anos, morto com requintes de intensa crueldade. O senhor pensa que é fácil, por mais fé que tenhamos, viver com isso? O senhor é capaz de imaginar o sofrimento do meus pais, avós do menino, o sofrimento da minha esposa? Pense um pouco nisso, coloque-se no lugar do seu próximo. Há um provérbio em Matheus em que Jesus afirma: ai daquele que fizer mal a uma das minhas crianças – será melhor amarrar em seu pescoço uma pedra e jogá-lo ao mar. Isso foi Jesus quem afirmou. Agora, alguns espíritas afirmam incautamente e distantes das melhores respostas que isso é “kharma” de vidas passadas”. Perdoe-me, mas isso é uma ignorância imensurável, uma falta de respeito às pessoas que têm mácula causada na alma pelo sofrimento, algo impensável, inadmissível, insensibilidade imponderável dos que pensam limitadamente dessa forma pequena e anticristã. O conceito de kharma NÃO é cristão – é hinduísta e eu sou cristão. Portanto, reflita, pondere para não limitadíssimo em seus ensinamentos, rotulando todo o sofrimento neste absurdo chamado karma.

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