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XXXVI – REFLEXÕES SOBRE O LIVRO “LIBERTAÇÃO” – ANDRÉ LUIZ/CHICO XAVIER POR DE. INÁCIO FERREIRA

Deixamos para os nossos estudos desta semana, o seguinte parágrafo da palavra de Gúbio a André Luiz, que, repetimos, pouco ou quase nenhum destaque vem merecendo dos estudiosos do Espiritismo.

 

Ei-lo:

 

– Sabes, assim, que o vaso perispirítico é também transformável e perecível, embora estruturado em tipo de matéria mais rarefeita.

 

Em síntese, eis algumas conclusões a serem tiradas:

 

1 – O perispírito é corpo constituído de matéria.

 

2 – “Transformável”, quer dizer: assim como o corpo físico, está sujeito à evolução.

 

3 – “Perecível”: o perispírito, ou corpo espiritual, também se submete ao fenômeno da “morte”.

 

4 – Deve ele, portanto, estar sujeito a naturais desgastes impostos pelo tempo e/ou doenças que o acometem.

 

5 – Assim, existe “morte” no Mundo Espiritual.

 

Salientamos que o assunto, anteriormente, já havia sido abordado por André Luiz no livro “Missionários da Luz”.

 

No mencionado livro, o terceiro da série “Andreluizina”, no capítulo 13 – “Reencarnação” –, o Autor espiritual registra a palavra de Alexandre:

 

…todavia, com o curso do tempo, em vista de nova alimentação e novos hábitos em meio muito diverso, incorporou (o perispírito) determinados elementos de nossos círculos de vida, dos quais é necessário se desfaça a fim de poder penetrar, com êxito, a corrente da vida carnal.

 

Conclusões:

 

1 – Com o decorrer do tempo, no Mundo Espiritual, o perispírito envelhece, inclusive, devido à “nova alimentação”.

 

2 – O perispírito, evidentemente, carece de ser alimentado para que possa sobreviver.

 

3 – Até mesmo o clima diferente na Vida além da morte influi nos traços gerais do perispírito, com consequências para a sua integridade “física”.

 

4 – Assim, um espírito desencarnado, por exemplo, há 20, 30, 40 anos, ou mais, pode, depois, não ser reconhecido de imediato pelos seus familiares e amigos, de vez que apresenta alterações em sua fisionomia. Quem aos 60, 70 ou 80 de idade, reconhece-se, com facilidade numa fotografia sua tirada aos 10, 15, ou 20 anos?!

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No livro “Missionários da Luz”, ante determinada pergunta de André Luiz, Alexandre define a morte:

 

… desde que consideremos a morte do corpo carnal como simples abandono de envoltórios atômicos terrestres.

 

Eis, assim, o que significa “morrer” em qualquer parte.

 

Gúbio ainda esclarece a André:

 

– Viste companheiros (…), que se desfizeram dele (do perispírito), rumo a esferas sublimes, cuja grandeza por enquanto não nos é dado sondar, e observaste irmãos que se submeteram a operações redutivas e desintegradoras dos elementos perispiríticos para rencascerem na carne terrestre.

 

Portanto, conforme temos afirmado em mais de uma oportunidade:

 

“Morre-se” para cima e para baixo…

 

Em boa lógica, à luz da Fé Raciocinada:

 

Desencarna-se, e reencarna-se, para cima e para baixo

 

Tal assunto também está inserido nas páginas do livro “Nosso Lar”, que é mera “cidade de transição” – como a cidade que você habita na Terra, para você e todos os demais, igualmente, é de transição. Aliás, a Terra é planeta de transição, e qualquer outro que o espírito venha a habitar no vasto Universo, ou em uma das muitas Moradas da Casa do Pai.

 

Quanto ao assunto nas páginas de “Nosso Lar”, pedimos a você que realize um trabalho de pesquisa.

 

INÁCIO FERREIRA

 

Uberaba – MG, 25 de fevereiro de 2019.

 

Fonte: http://inacioferreira-baccelli.blogspot.com/2019/02/xxxvi-reflexoessobre-o-livro-libertacao.html

Antonio Nazareno FavarinDr. Inácio Ferreira
Blog do Dr. Inácio Ferreria mantido pelo medium Carlos A. Baccelli
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