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XII – REFLEXÕES SOBRE O LIVRO “LIBERTAÇÃO” – ANDRÉ LUIZ/CHICO XAVIER DR. INÁCIO FERREIRA

A explanação de Gúbio, no segundo capítulo de “Libertação”, é repleta de informações as mais significativas.

Agora, daremos destaque ao poder da vontade, inclusive, sobre o mundo microscópico, ou seja, sobre o organismo físico, que abriga milhões de células, que não passam de seres sob o comando de quem o enverga.

 

Esclarece o Instrutor:

 

“Dirija um homem a sua vontade para a ideia de doença e a moléstia lhe responderá ao apelo, com todas as características dos moldes estruturados pelo pensamento enfermiço, porque a sugestão mental positiva determina a sintonia e receptividade da região orgânica, em conexão com o impulso havido, e as entidades microbianas, que vivem e se reproduzem no campo mental dos milhões de pessoas que as entretêm, acorrerão em massa, absorvidas pelas células que as atraem, em obediência às ordens interiores, reiteradamente idealizada”.

 

Notemos que a questão da “obsessão” é muito mais complexa do que, habitualmente, se imagina. A auto-obsessão quando o homem pensa sistematicamente em doença costuma ser avassaladora para a saúde. Notemos que até as células estão sujeitas a serem “vampirizadas” por “entidades microbianas”… Não apenas os seres inteligentes podem ser obsidiados pelos seres inteligentes, estando ou não no corpo físico. Segundo Gúbio: “Existem princípios, forças e leis no universo minúsculo, tanto quanto no universo macroscópico”.

 

Percebamos, assim, a importância do otimismo, do pensamento buscando sintonia com as ideias elevadas. O homem, igualmente, pode cometer suicídio indireto, acalentando emoções enfermiças, porque, então, fazendo cair a sua resistência, permite que o seu organismo físico seja invadido por seres microscópicos que lhe comprometem a integridade.

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Adiante, acrescenta o Instrutor:

 

“… o doente que se compraz na aceitação e no elogio da própria decadência acaba na posição de excelente incubador de bactérias e sintomas mórbidos, enquanto que o espírito em reajustamento, quando reage, valoroso, contra o mal, ainda mesmo que benéfico e merecido, encontra imensos recursos de concentrar-se no bem, integrando-se na corrente da vida vitoriosa”.

 

O paralelo traçado por Gúbio é interessantíssimo e revelador, e continua valendo mesmo para o espírito desencarnado, de vez que também nós, os considerados mortos, ainda trajamos uma veste constituída por seres que prosseguem evoluindo em nosso próprio corpo espiritual – para tais seres, cada um de nós outros representa o “criador”, ou o “deus”, em cujo seio, no dizer de Paulo, o Apóstolo (“Atos”, 17:28), eles vivem, existem e se movem, estando a caminho da “individualização” e da “consciência”, assim como, há milênios, logramos alcançar a racionalidade.

 

Notemos, ainda, que a questão da “coexistência”, em todos os Planos de Vida, é Lei – a “coexistência” entre luz e sombra, de vez que a sombra, impulsionando a luz a ser mais luz, ela mesma termina por se transfigurar em luz.

 

A sombra, portanto, não passa de luz temporariamente eclipsada, pois que, na Criação Divina, tudo é luz.

 

A noite incentiva os dias a serem mais longos…

 

O mal induz o bem a ser o Bem em plenitude…

 

INÁCIO FERREIRA

 

Uberaba – MG, 13 de agosto de 2018.

 

Fonte: http://inacioferreira-baccelli.blogspot.com/2018/08/xii-reflexoessobre-o-livro-libertacao.html

Antonio Nazareno FavarinDr. Inácio Ferreira
Blog do Dr. Inácio Ferreria mantido pelo medium Carlos A. Baccelli
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