LUZ INFINITA

Guerras Civis por Aécio César

Você alguma vez já parou para pensar que as guerras civis não se instalam tão somente dentro de determinados territórios de um país, mas também, dentro de cada um de nós? Sim. Estamos guerreando conosco há milênios e ainda não chegamos a um consenso amigável que venha satisfazer os nossos egos em conflitos.

Sempre há alguma discrepância em que origine, dela, batalhas em que não há vencedor, mas sim, perdedores autodidatas que, inexperientes, se candidatam aos laureis do poder sirênico onde se deixam sufocar na própria essência, vilipendiada de ganância e de presunção.

É o que poderemos observar nas palavras do Instrutor Eusébio em sua preleção, relatada por André Luiz no livro: “No Mundo Maior”, pela mediunidade de Chico Xavier. Vejamos: “A indisciplina fomenta greves, a ânsia de libertação perturba o domicilio dos povos”. Até para se fazer greve deve ter certos princípios que não venham prejudicar outras sanções que estão em jogo, em nome de uma democracia, hoje, tão desacreditada, arrasada, sofrida, em plena decadência moral, espiritual, religiosa, familiar e pessoal.

Dentre cada um desses princípios em que se tente organizar uma nação, existem lutas intestinas ipsis litteris que devem ser melhor excursionadas, para que não venham sofrer, a humanidade, de um mal súbito.

Pela decadência moral, que vem maculando rudimentos de nossos antepassados, renasce uma cultura escravocrata em vícios, os mais escabrosos, onde se televisiva grotescos chavões que se nutre de duplos sentidos e é por onde, deles, que inicia uma onda de prolixos aprendizados onde se prezam mais os animais ditos irracionais.

Pelo lado espiritual do ser humano a maculosa intervenção de dogmas e rituais enxameiam templos, igrejas, casas espíritas que em nada exemplifique a verdadeira devoção estampada nos códigos sagrados que primam o Evangelho do Senhor.

A decadência religiosa se prima em conceitos aquém aceitos, por uma ignorância enfeixada de modernidade em que nada substitui os veios de espiritualidade da real religião que ora professamos. É necessário, pois, estudos e análises, para compreendermos melhor um pensamento mais evoluído do que o nosso.

O estrago em que as famílias hoje se veem às voltas pela carência do espírito cristão é tamanha que elas não conseguem atinar, sequer, em laivos de compreensão e de respeito porque a tecnologia se revestiu de ovelha perdida, ocultando suas barbáries registradas tão somente pelas lágrimas que delas, sorvem.

E com todo esse declínio, vem o espírito soçobrado pelas quedas que ainda não o fizeram repensar nas suas derrotas. Como é bom sofrer assim, não? Repensemos, pois. Que elas, as quedas, nos sejam, o mais rápido possível, de aprendizado, pois para dotarmos das asas da sabedoria e do sentimento, necessitaremos tão só de paz de espírito que ainda não conquistamos. Não é mesmo, Leitor Amigo?

Ari RangelAécio Emmanuel César
Médium de psicografia desde 1990, tarefeiro espírita na cidade de Sete Lagoas/MG.

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