INFOGRÁFICOS

[Infográfico] 20 exercícios que vão mudar a sua vida (Você não pode ignorar o #17)


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Você gostaria de melhorar a sua vida espiritual, pessoal e quem sabe até profissional, com apenas 20 exercícios? Claro que gostaria!

Porem, talvez lhe falte tempo de ler livros sobre reforma íntima, talvez anda ocupado sem poder assistir a palestras edificantes, ou talvez lhe falte oportunidade de participar de cursos específicos.

Tudo bem! Nós aqui do Vivência Espírita reunimos 20 exercícios extraídos do livro “Ideal Espírita” psicografados pelas mãos de Francisco Cândido Xavier (ou simplesmente, Chico Xavier) e pelo espírito de nossa querida e veneranda Irmã Scheilla.

Você não a conhece? Então, antes de continuar, recomendamos ler esse artigo aqui ou esse aqui.

Pensando em você, organizamos de forma visual os exercícios em um Infográfico. Simples, fácil e rápido de ler. Pois, uma imagem vale mais que mil palavras, não é verdade?

Então, como 20 exercícios vão mudar a minha vida assim?

Simples! a Irmã Scheilla responde no livro citado, veja em destaque:

“O aprendiz da experiência terrena que quiser e puder aplicar-se, pelo menos, a alguns dos vinte exercícios aqui propostos, certamente receberá do Divino Mestre, em plena escola da vida, as mais distintas notas no curso da Caridade.”– Scheilla

Ou seja, se tomarmos como princípio que “Fora da caridade não existe Salvação” como nos ensina Jesus em seu Evangelho. Mesmo que você não seja espírita, sabe da importância que tem a caridade.

Logo, aplicando “alguns” desses 20 exercícios você poderá (salvo cada caso):

  • Mudar os pensamentos, hábitos e comportamentos;
  • Evoluir moralmente, aproximando os benfeitores de Luz; e
  • Conquistar a tão almejada reforma íntima;

Finalmente, lhe perguntamos: Você está preparado(a) para colocar em prática esses ensinamentos?

Vamos lá então, depois da imagem explicamos em detalhes () cada um dos 20 exercícios…

Gostou? Então compartilha esse artigo com seus amigos:

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Explicações dos 20 Exercícios


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Aqui você encontrará as explicações para cada um dos 20 exercícios propostos pela Irmã Scheilla, veja a lista numerada abaixo (clique no título do exercício para navegar):

  1. ( Tweet issoExecutar alegremente as próprias obrigações.
  2. ( Tweet issoSilenciar diante da ofensa.
  3. ( Tweet issoEsquecer o favor prestado.
  4. ( Tweet issoExonerar os amigos de qualquer gentileza para conosco.
  5. ( Tweet issoEmudecer a nossa agressividade.
  6. ( Tweet issoNão condenar as opiniões que divergem da nossa.
  7. ( Tweet issoAbolir qualquer pergunta maliciosa ou desnecessária.
  8. ( Tweet issoRepetir informações e ensinamentos sem qualquer azedume.
  9. ( Tweet issoTreinar a paciência constante.
  10. ( Tweet issoOuvir fraternalmente as mágoas dos companheiros sem biografar nossas dores.
  11. ( Tweet issoBuscar sem afetação o meio de ser mais útil.
  12. ( Tweet issoDesculpar sem desculpar-se.
  13. ( Tweet issoNão dizer mal de ninguém.
  14. ( Tweet issoBuscar a melhor parte das pessoas que nos comungam a experiência.
  15. ( Tweet issoAlegrar-se com a alegria dos outros.
  16. ( Tweet issoNão aborrecer quem trabalha.
  17. ( Tweet issoAjudar espontaneamente.
  18. ( Tweet issoRespeitar o serviço alheio.
  19. ( Tweet issoReduzir os problemas particulares.
  20. ( Tweet issoServir de boa mente quando a enfermidade nos fira.


#1. Executar alegremente as próprias obrigações

Você sabe qual a importância e o papel da alegria em nossa vida?

As obrigações muitas vezes parecem um fardo pesado, as provações parecem não ter fim e as expiações parecem que afligem a nossa alma.

No entanto, se enfrentarmos essas dificuldades com alegria, tudo passa a ficar mais leve. Pois, é mais fácil enfrentá-las olhando para cima do que para baixo. Não é mesmo?

Assim, mudamos o polo das vibrações de nossos pensamentos, atraindo energias positivas, necessárias para dar o equilíbrio e otimismo, a fim de resolver as questões do dia à dia.

Como disse Chico Xavier: “Deixe um sinal de alegria, onde passes” e verá como isso vai contagiar as pessoas e o Mundo ao seu redor.

Se deseja saber mais sobre a importância da alegria e otimismo, leia esse artigo aqui.

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#2. Silenciar diante da ofensa

Porque o silêncio é uma prece?

O silêncio é útil porque permite o recolhimento íntimo, o seu espírito se torna mais livre e pode então entrar em comunicação com a espiritualidade.

Todavia, não é suficiente apenas silenciar os pensamentos e nos conectar com a espiritualidade maior. É também necessário calar diante das ofensas, por meio do perdão sincero e a indulgência, aceitando as imperfeições alheias.

No Grupo da Prece em Uberaba/MG, onde Chico Xavier psicografava, havia uma placa com os dizeres: O Silêncio é prece. Para saber mais sobre quando o silencio é prece, recomendamos a leitura desse artigo aqui.

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#3. Esquecer o favor prestado

É correto cobrar em troca algo que doamos por caridade?

O espírito de Emmanuel no livro Religião dos Espíritos psicografado por Chico Xavier, em reunião pública dia 8 de maio de 1959, comenta sobre a questão 893 do Livro dos Espíritos:

893. Qual a mais meritória de todas as virtudes?

“— Todas as virtudes têm o seu mérito, porque todas são indícios de progresso no caminho do bem. Há virtude sempre que há resistência voluntária ao arrastamento das más tendências; mas ti sublimidade da virtude consiste no sacrifício do interesse pessoal para o bem do próximo, sem segunda intenção. A mais meritória é aquela que se baseia na caridade mais desinteressada.”-Allan Kardec

Emmanuel, dita no mesmo livro:

“O obreiro do Senhor,… Não cobra tributos de gratidão.”– Emmanuel

Meditando sobre essas palavras, podemos inferir que a caridade precisa ser praticada, sem exigir recompensas, ou seja, sem tributar o que foi dado de graça.

Será que praticamos isso? Para saber mais sobre o assunto clique aqui (link afiliado) para adquirir o livro Religião dos Espíritos.

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#4. Exonerar os amigos de qualquer gentileza para conosco

Estamos fazendo o bem aos outros esperando recompensas?

Se a resposta é sim, talvez precisamos revisitar o Evangelho Segundo Espiritismo, no capitulo Capítulo 13, na seção “Fazer o bem sem ostentação” que diz:

“Aquele que preza mais a aprovação dos homens que a de Deus, prova que tem mais fé nos homens que em Deus, e que a vida presente é para ele mais do que a vida futura, ou até mesmo que não crê na vida futura.”– Allan Kardec

Por isso, é importante que a mão esquerda não saiba o que faz a direita, ou seja, significa a “beneficência modesta“.

Assim como Paulo de Tarso, no capitulo 13 em sua Epístola (Carta) aos Coríntios, quando diz: “A Caridade/Amor não busca os seus interesses”.

Por isso, devemos desobrigar os outros, principalmente os mais próximos, de qualquer gentileza para conosco.

Quer saber mais sobre a vida de Paulo de Tarso? Então escute esse programa aqui ou esse aqui. Também recomendamos esse livro aqui (link afiliado).

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#5. Emudecer a nossa agressividade

Como mudar os nossos hábitos e comportamentos?

Mesmo que não seja fácil, é possível, porem necessita de três coisas que Emmanuel exigiu do Chico Xavier em sua primeira aparição em Pedro Leopoldo/MG:

  1. Disciplina;
  2. Disciplina; e
  3. Disciplina.

Porque tanta disciplina? Pois Jesus nos convida a orar e vigiar o tempo todo, para isso precisamos iniciar de dentro para fora.

Logo, começamos pelos pensamentos, depois pelas as palavras e por último pelas ações. O resultado disso é a Paz Interior, mas nada acontece por acaso, precisamos dar o primeiro passo. Pense nisso!

A agressividade nasce do nosso orgulho, quando julgamos ser mais do que somos e assim não aceitamos uma comparação que possa nos rebaixar ou contrariar.

Levando a irritação e ferindo o nosso ego. Portanto, com a vigilância dos pensamentos, podemos procurar esses pontos fracos que nos leva a agir como animais, perdendo a razão e tomando decisões precipitadas. A causa está no orgulho ferido.

Nesse sentido, devemos trabalhar a virtude da humildade e controlar esse animal que tenta sair de dentro de nós.

Para saber mais sobre como controlar os seus pensamentos, recomendamos a leitura desse artigo aqui.

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#6. Não condenar as opiniões que divergem da nossa

Quando temos o orgulho ferido, qual é a primeira coisa a se fazer?

As vezes atacamos as pessoas que tem opiniões contrarias que a nossa, as vezes condenamos essas opiniões, e as vezes chegamos até a julga-las. Já aconteceu isso com você?

No Evangelho Segundo Espiritismo, no capitulo 10, nos traz a seguinte passagem:

Não julgueis, pois, para não serdes julgados; porque com o juízo que julgardes os outros, sereis julgados; e com a medida com que medirdes, vos medirão também a vós. – Mateus, VII: 1-2

Nesse sentido, devemos respeitar as diferenças e opiniões mesmo que contrárias, pois a Justiça cabe as Leis de Deus.

Claro que o mal precisa ser repreendido, mas com cutela, se deseja saber mais sobre isso, leia este livro aqui (link afiliado).

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#7. Abolir qualquer pergunta maliciosa ou desnecessária

Qual o antidoto para a maledicência?

Allan Kardec e a Espiritualidade responde em o Evangelho Segundo Espiritismo: por meio da:

  • Caridade; e
  • Humildade

Ainda acrescenta no mesmo livro:

“Com a verdadeira caridade, tal como a ensinou e praticou o Cristo, não mais o egoísmo, o orgulho, o ódio, a inveja, a maledicência; não mais o apego desordenado aos bens deste mundo. É por isso que o Espiritismo cristão tem como máxima: Fora da Caridade Não Há Salvação.”– Allan Kardec

Quando endereçamos perguntas maliciosas ou desnecessárias com intuito de prejudicar, podemos estar ferindo a consciência do outro e nos comprometendo ainda mais com a Lei de Causa e Efeito, para saber mais sobre essa lei, leia este livro aqui (link afiliado).

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#8. Repetir informações e ensinamentos sem qualquer azedume

Será que a irritação e o azedume são sinais de inferioridade moral?

Na Revista Espírita de 1858, agosto, na seção intitulada “Contradições na linguagem dos Espíritos”, nos apresenta:

“…A irritação, a violência, o azedume e a dureza de linguagem, ainda mesmo para dizer boas coisas, jamais são um sinal de verdadeira superioridade. Os Espíritos realmente bons jamais se zangam ou se exaltam. Se não são ouvidos, vão-se embora. Eis tudo. ”– Allan Kardec

Se isso vale para espíritos desencarnados, porque não valeria para nós espíritos encarnados? Claro que vale!

Então precisamos medir nossas palavras e praticar a tolerância, respirando sempre a doçura e a benevolência.

Praticar a caridade da tolerância e ensinar sem irritação, pois transmitimos e emanamos o que possuímos dentro de nós.

Caso isso não seja possível, apenas se retire.

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#9. Treinar a paciência constante

Você sabe quem vai herdar a Terra?

Jesus nos ensina que serão os brandos e pacíficos.

Então o que se faz necessário para colocar em pratica o que Jesus nos ensina?

Calma…

Vamos lhe dar a resposta…

Sim, a “paciência”, principalmente a praticada com os nossos inimigos.

Porque, a caridade mais complicada e mais meritória é perdoarmos aqueles quem Deus colocou em nosso caminho para serem instrumentos do nosso sofrimento e para colocar a prova a nossa paciência.

Portanto, perdoar é libertar-se, gerando assim a paz interior. Para saber mais sobre Perdão e Conciliação escute esse programa aqui.

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#10. Ouvir fraternalmente as mágoas dos companheiros sem biografar nossas dores

Você sabe o que é Escuta Terapêutica?

Quando alguém se abre e desabafa, você escuta com interesse e atenção? Ou procura biografar a história das suas experiências e dores, a fim de reduzir a importância das magoas do outro?

Precisamos exercer a fraternidade da escuta ativa, onde ouvimos mais do que falamos.

Por exemplo, existe o trabalho do CVV – Centro de Valorização da Vida, onde voluntários estão à disposição a qualquer momento do dia para ouvir as outras pessoas aflitas.

Também recomendamos escutar esse programa aqui sobre Escuta Terapêutica.

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#11. Buscar sem afetação o meio de ser mais útil

Conseguimos fazer a caridade sem humilhar quem a recebe?

Existem muitos caminhos para ser útil, sem constranger, causar transtorno, ou ferir a consciência alheia.

Por exemplo, fazer o bem sem ostentação, sendo indulgente, aceitando as imperfeições.

Outro exemplo, é contratando uma pessoa necessitada para um serviço “que possa realizar”, assim não parecendo esmola.

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#12. Desculpar sem desculpar-se

Temos exercido o perdão das ofensas?

Muitas vezes dizemos que perdoamos, mas continuamos ofendidos ou melindrados, não querendo ver a pessoa nem pintada de ouro, não é mesmo?

Será que é assim que Jesus no ensina quando fala para perdoarmos 70 vezes 7?

Devemos trabalhar a indulgência dentro de nós, sendo caridosos e generosos. Somente assim mereceremos o Perdão do Senhor, se perdoarmos as injurias do próximo!

Assim, poderemos encostar a cabeça no travesseiro e dormir com a certeza que não temos nada contra o nosso irmão.

Sobre o tema perdão, recomendamos a leitura do seguinte poema aqui.

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#13. Não dizer mal de ninguém

Um dia colheremos tudo que plantamos?

Sim, sabendo disso, todo mal que lançamos contra o nosso irmão, cedo ou trade, retornará para nós.

No livro a Gêneses de Allan Kardec, Capitulo 3, define o mal como:

“Pode dizer-se que o mal é a ausência do bem, como o frio é a ausência do calor. Assim como o frio não é um fluido especial, também o mal não é atributo distinto; um é o negativo do outro. Onde não existe o bem, forçosamente existe o mal. Não praticar o mal, já é um princípio do bem. Deus somente quer o bem; só do homem procede o mal.”– Allan Kardec

Logo, todo mal existe dentro de nós e cabe a nossa decisão da escolha de qual caminho vamos trilhar: do bem ou do mal.

Seja senhor de si mesmo, o caminho é o autoconhecimento. Saiba mais sobre isso, escutando esse programa aqui.

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#14. Buscar a melhor parte das pessoas que nos comungam a experiência

Conseguimos conviver com as pessoas sem apontar o dedo para os defeitos dela?

Para sair desse ciclo vicioso, o espírito de José, nos convida a indulgência no Capítulo 10, II do livro Evangelho Segundo Espiritismo:

A indulgência não vê os defeitos alheios, e se os vê, evita comentá-los e divulgá-los. Oculta-os, pelo contrário, evitando que se propaguem, e se a malevolência os descobre, tem sempre uma desculpa à mão para os disfarçar, mas uma desculpa plausível, séria, e não daquelas que, fingindo atenuar a falta, a fazem ressaltar com pérfida astúcia.– José, Espírito Protetor, Bordeaux, 1863

Esse é um dos requisitos essenciais para a verdadeira caridade ensinado por Jesus, a indulgencia que faz parte do “B.I.P. do Amor”.

Não conhece essa sigla? Então escute a música “B.I.P. do Amor” do Grupo Musical Castelã que esta no CD Terapia do Abraço, clicando aqui.

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#15. Alegrar-se com a alegria dos outros

Quanta vezes um amigo conta uma história com entusiasmo e não ligamos para ela?

Alegrar-se com a alegria dos outros é se interessar verdadeiramente por eles, isso também é caridade!

Mesmo que a “real” felicidade não seja deste mundo, podemos sim, sentir uma felicidade relativa ao nosso estagio evolutivo.

Para saber mais sobre como cultivar essa Felicidade, mesmo que relativamente e sermos mais positivos, recomendamos que escute esse programa aqui ou este aqui.

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#16. Não aborrecer quem trabalha

Que não trabalha, dá trabalho?

Chico Xavier disse que sim, então demos preferência ao trabalho na seara do Mestre Jesus, ao invés de ser uma pessoa que somente aborrece e atrapalha.

O Espirito da Verdade, no Evangelho Segundo Espiritismo,  no Capitulo 20, nos brinda com a seguinte comunicação:

“Felizes serão os que tiverem trabalhado o campo do Senhor com desinteresse, e movidos apenas pela caridade! Suas jornadas de trabalho serão pagas ao cêntuplo do que tenham esperado. Felizes serão os que houverem dito a seus irmãos: ‘Trabalhemos juntos, e unamos os nossos esforços, a fim de que o Senhor, na sua vinda, encontre a obra acabada’, porque a esses o Senhor dirá: ‘Vinde a mim, vós que sois os bons servidores, vós que soubestes calar os vossos melindres e as vossas discórdias, para que a obra não sofresse!'”– Espírito da Verdade, Paris, 1862

Por isso precisamos ser útil, pegando a nossa charrua e servindo em prol do próximo, assim como os Trabalhadores da Última-hora, para saber mais sobre eles, recomendamos esse artigo aqui.

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#17. Ajudar espontaneamente

Assistência ou Assistencialismo, você sabe a diferença?

Muitas pessoas criticam os centros espíritas por fazer assistencialismo ao invés de ensinar a “pescar o peixe”.

Antes, precisamos analisar melhor a questão: Será que nós somos necessitados de assistência?

No livro Evangelho Segundo o Espiritismo, Capítulo 25, seção Ajuda-te a ti mesmo, que o céu te ajudará, Allan Kardec disserta:

“Do ponto de vista moral, essas palavras de Jesus significam: Pedi a luz que vos clareie o caminho e ela vos será dada; pedi forças para resistirdes ao mal e as tereis; pedi a assistência dos bons Espíritos e eles virão acompanhar-vos e, como o anjo de Tobias, vos guiarão; pedi bons conselhos e eles não vos serão jamais recusados; batei à nossa porta e ela se vos abrirá; mas, pedi sinceramente, com fé, confiança e fervor; apresentai-vos com humildade e não com arrogância, sem o que sereis abandonados às vossas próprias forças e as quedas que derdes serão o castigo do vosso orgulho.

Tal o sentido das palavras: buscai e achareis; batei e abrir-se-vos-á.”– Allan Kardec

Se ao pedir a assistência dos bons Espíritos, com humildade, eles nos acompanharão e quiçá até nos guiarão. Será que isso é ensinar a pescar?

Então o que nos impede de fazermos isso ao próximo de forma espontânea? Assim, igualmente existem os “Bons Espíritos” desencarnados, como também existem os “Bons Espíritos” encarnados. Sejamos como eles!

Um ótimo exemplo disso é a instituição Fraternidade sem Fronteiras que vem assistindo aos irmãos em diversos lugares do planeta de forma espontânea. Vale a pena conhecer o trabalho desses abnegados trabalhadores.

Se deseja saber sobre a diferença entre Assistência e Assistencialismo recomendamos escutar esse programa aqui ou esse aqui.

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#18. Respeitar o serviço alheio

Damos importância ao serviço realizado pelo próximo?

Em o Livro dos Espíritos, na questão 888, o espírito de São Vicente de Paulo esclarece:

“Não vos esqueçais nunca que o Espírito, quaisquer que sejam o grau de seu adiantamento e a sua situação, como encarnado ou na erraticidade, está sempre colocado entre um superior, que o guia e aperfeiçoa, e um inferior, para com o qual tem que cumprir esses mesmos deveres. Sede, pois, caridosos, praticando não só a caridade que vos faz dar friamente o óbolo que tirais do bolso ao que vo-lo ousa pedir, mas a que vos leve ao encontro das misérias ocultas. Sede indulgentes com os defeitos dos vossos semelhantes. Em vez de votardes desprezo à ignorância e ao vício, instruí os ignorantes e moralizai os viciados. Sede brandos e benevolentes para com tudo o que vos seja inferior. Sede-o para com os seres mais ínfimos da criação e tereis obedecido à lei de Deus.”– São Vicente de Paulo

Assim, ele nos convida a sermos brandos e benevolentes para com as pessoas, independente da posição social ou se prestam um tipo serviço considerado inferior pela sociedade.

Para saber mais sobre o assunto caridade, escute esse programa aqui.

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#19. Reduzir os problemas particulares

Onde você está guardando os seus Tesouros?

Esse exercício nos remete a meditação sobre a parábola ensinada por Jesus, descrita no Evangelho Segundo Espiritismo, capitulo 25, sobre Olhai as Aves do Céu:

“Não queirais entesourar para vós tesouros na Terra, onde a ferrugem e a traça os consomem, e onde os ladrões os desenterram e roubam. Mas entesourai para vós tesouros no céu, onde não os consomem a ferrugem nem a traça, e onde os ladrões não o desenterram nem roubam. Porque onde está o tesouro, aí está também o teu coração.

Portanto vos digo: Não andeis cuidadosos da vossa vida, que comereis, nem para o vosso corpo, que vestireis. Não é mais a alma do que a comida, e o corpo mais do que o vestido? Olhai para as aves do céu, que não semeiam, nem segam, nem fazem provimentos nos celeiros; e, contudo, vosso Pai celestial as sustenta. Porventura não sois muito mais do que elas? ”– (Mateus, 19-21, 25-34).

Assim, Jesus nos convida a não dar tanto valor as coisas do Mundo.

Se temos essa fé que move montanha, porque ficamos dando tanto valor para os nossos problemas particulares? Onde está a nossa confiança e fé raciocinada?

Clique aqui para escutar um programa sobre esse tema.

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#20. Servir de boa mente quando a enfermidade nos fira

Sabemos a o verdadeiro sentido da caridade em servir?

Esta é um dos mais importantes dentro dos 20 exercícios, propostos por Sheilla, pois nos convida à pratica da caridade.

Vamos ler a questão 886 do Livro dos Espíritos, onde Allan Kardec pergunta para a espiritualidade a opinião diretamente de Jesus sobre a caridade:

“886. Qual o verdadeiro sentido da palavra caridade, como a entendia Jesus?

Benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições alheias, perdão das ofensas.

Comentário de Kardec: O amor e a caridade são o complemento da lei de justiça, porque amar ao próximo é fazer-lhe todo o bem possível, que desejaríamos que nos fosse feito. Tal é o sentido das palavras de Jesus: “Amai-vos uns aos outros, como irmãos”.

A caridade, segundo Jesus, não se restringe à esmola, mas abrange todas as relações com os nossos semelhantes, quer se trate de nossos inferiores, iguais ou superiores. Ela nos manda ser indulgentes, porque temos necessidade de indulgência, e nos proíbe humilhar o infortúnio, ao contrário do que comumente se pratica. Se um rico nos procura, atendemo-lo com excesso de consideração e atenção, mas se é um pobre, parece que não nos devemos incomodar com ele. Quanto mais, entretanto, sua posição é lastimável, mais devemos temer aumentar-lhe a desgraça pela humilhação. O homem verdadeiramente bom procura elevar o inferior aos seus próprios olhos, diminuindo a distância entre ambos.”– Allan Kardec

Neste caso, por causa da pergunta “como a entendia Jesus?” A espiritualidade não pode responder o que pensavam, tiveram que perguntar diretamente a Jesus qual era o seu entendimento onde nos esclarece que a Caridade é muito mais que apenas dar esmola ou fazer o bem, mas com Benevolência, Indulgencia e Perdão.

Tivemos grandes exemplos homens e mulheres, verdadeiramente, bons encarnados entre nos como Bezerra de Meneses, Sinhô Mariano, Eurípedes Barsanulfo, Batuíra, Francisco Cândido Xavier, Dona Aparecida (do Hospital Fogo Selvagem em Uberaba na foto sentada ao lado de Chico Xavier), Langerton, entre muitos outros exemplos.

Para saber mais sobre nosso querido Chico Xavier, clique aqui.

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Conclusão

Esse artigo reuniu os 20 exercícios extraídos do livro “Ideal Espírita” psicografados pelas mãos de Francisco Cândido Xavier e pelo espírito da querida e veneranda Irmã Scheilla.

Os 20 exercícios foram organizados de forma visual por meio de um Infográfico. Simples, fácil e rápido de ler.

Caso você aplique”alguns” desses exercícios você poderá (salvo cada caso):

  • Evoluir moralmente;
  • Aproximar os benfeitores de Luz; e
  • Trilhar o caminho reto do Evangelho de Jesus.

Foram explicados cada um dos 20 exercícios de forma descritiva, com exemplos e links para aprofundamento dos temas relevantes.

Como recomendação final, indicamos o livro “Irmã Scheilla – Missionária do Amor“, escrito por Fabio Dionisi, consiste na biografia mais recente desta veneranda trabalhadora de Cristo.

Paz e Alegria,

Rodrigo Costa
Equipe Vivência Espírita

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2 Comentários

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  • Maravilhoso! Quero aprender na prática todos esses ensinamentos. Obrigado!

  • Olá Daniel, Deus nos abençoe, obrigado pelo comentário, estamos juntos nessa caminhada! Somos nós quem agradecemos a sua audiência, participe do nosso programa ao vivo todos os Domingos das 8:00 as 10:00 da manhã pela Rádio Online.
    Paz e Alegria,
    Rodrigo Costa